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CUIDADOS INICIAIS COM O FILHOTE

Vamos então passar algumas noções sobre Cuidados iniciais com o filhote.

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                  Muitas são as preocupações de quem toma a decisão de iniciar um convívio com um animal. Nós profissionais devemos então facilitar esse caminho, objetivando tirar dúvidas e enfatizar o manejo básico, para não haver traumas e gastos desnecessários.

Ajuda muito, darmos noção a partir da origem do filhote. Vejo fundamental diferenciarmos o padrão de criação. O particular ou familiar por exemplo. Aquela ninhada que nasceu por gosto de uma família e que não possui objetivos comerciais. Poucos são os animais no ambiente e portanto, menor desafio ao recém nascido. Normalmente há um melhor controle higiênico e por conseguinte, de verminoses e doenças de pele, que são as primeiras preocupações.

Nos canis, por mais recomendável e zeloso que seja, oriento instituir todo um manejo preventivo verminótico e de controle de parasitas de pele.

Um outro padrão é o animal de rua adotado. Ou mesmo proveniente dos canis de adoção. Muito desafio existe e todo um suporte nutricional e parasitário é necessário.

Instituo então vermifugação intensiva por três dias consecutivos com os antiparasitários mais amplos, com repetição desses três dias, após intervalo de 15 dias.

Estando nutricionalmente equilibrado e com a vermifugação iniciada, oriento vacinação a partir de 42 dias para cães e 60 dias para gatos. Nos cães, faremos três doses, com intervalo de 21 ou 30 dias, das vacinas múltiplas importadas(sobre elas faremos outra página.) e nos gatos, duas doses. A vacina de raiva, a mesma para cães e gatos, será feita no quarto mês, em dose única.

Enquanto não se conclui esse manejo inicial, o animal NÃO SAI DE CASA. Somente para ir ao veterinário. E podendo, chame o atendimento domiciliar…(prático e não muito mais caro).

Falaremos em particular depois, das doenças mais frequentes e seus cuidados, e nossa experiência sobre elas.

Felicidades!!!!!

Sandro Ferraracio. crmv-sp 9777
Atendimento domiciliar em ampla região a partir do bairro do Paraíso.
Acompanhamento dos cuidados iniciais até geriatria.
Vacinas e comportamento animal.

 

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ALIMENTAÇÃO E HIGIENE DO FILHOTE

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               Em alimentação e higiene do filhote vamos considerar, nesta primeira abordagem, a situação tradicional que ocorre quando uma família decidiu adquirir um filhote. Ou seja, animal de cerca de dois meses, saudável, desmamado corretamente e com boa origem; vermifugado e que também recebeu sua primeira vacinação. Vide a página sobre cuidados iniciais com o filhote.

Normalmente temos um indivíduo bastante ativo e que busca incessantemente a presença do dono. Este então, um pouco desesperado, começa a fazer uma lista de perguntas pois não sabe se  tudo está normal. A primeira delas é por que ele me morde tanto?…a segunda é por que está destruindo algumas coisas e não brinca com os ossinhos?…ele já comeu o cocô!!!!….erghhh….

Acho importante definirmos e passarmos para o cliente, que essa hiperatividade varia conforme a raça, mas temos que nos preparar, e entender que é um período…às vezes longo…rs…..

Oriento no primeiro momento, definir a área que o animal vai ocupar, construindo seu ambiente, com cama, brinquedos, comedor….e mais afastado o “banheiro”. Mas no início, o ambiente como um todo não pode ser muito grande, para que ele entenda seu espaço e não se apodere de toda a casa.

Gradativamente, pode-se ampliar a área, mantendo os locais de dormir, comer e banheiro.

A partir daí, vem a questão higiênica. Posso dar banho?…sim desde que em casa, rápido e morno, secando bem o animal. Não leve ao pet sem a vacinação completa.

Sobre higiene, dou ênfase à região ventral, que tem muito contato com o chão, podendo-se fazer higiene diária com os lenços umidecidos ou mesmo um rápido banho, nesta região, no final do dia. Ouvidos, sempre devem ser um local de investigação. Acostume-se a utilizar as loções higiênicas e cotonete de duas a três vezes na semana.

Da mesma forma, penso que desde essa fase, devemos acostumar o animal a aceitar o manejo higiênico dos dentes. Utilizando o próprio dedo indicador por exemplo, e alguma pasta dental específica para cães. Iniciar como uma brincadeira e depois inserir a rotina.

A disciplina da alimentação também deve ser iniciada e se instituir horários e quantidades definidas de ração, conforme a idade e peso do animal. Não mantenha todo o volume do dia ofertado. Fracione em refeições.

Existe uma gama incrível de rações. Sempre sugerimos utilizar o melhor produto, dentro do que for possível no orçamento. Claro que na fase de crescimento, é indicado se investir num produto melhor, que garanta esse desenvolvimento.

Muitas são as situações e estaremos juntos neste canal para trocarmos ideias.

Boa sorte!!

Sandro Ferraracio. crmv-sp 9777
Atendimento domiciliar em ampla região a partir do bairro do Paraíso.
Acompanhamento dos cuidados iniciais até geriatria.
Vacinas e comportamento animal.

 

 

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DERMATOLOGIA EM FILHOTES DE CÃO E GATO

 

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                   Os cuidados com a pele para o filhote tanto de cães como gatos em seus primeiros meses, incluem a preocupação com o surgimento de vesículas(“bolhas”) preenchidas com pus, que aparecerem na região do abdomen e virilhas. Elas têm relação direta com esta fase de formação de imunidade, por isso pede-se atenção com o que falamos sobre a vermifugação e alimentação bastante equilibrada para oferecer suporte ao animal estabelecer suas resistências naturais.

Quanto ao acompanhamento das vesículas, é necessário higiene e drenagem das mesmas. Sempre recomendo utilizar sprays cicatrizantes à base de clorexidine. No caso dos animais viverem em casas com quintais, o que chamamos de “desafio” se torna maior, em vista do contato com sujidades, canteiros de terra, poeira etc. Neste caso, pode-se instituir o uso de xampus com Peróxido de Benzoíla ou clorexidine e realizar lavagens principalmente desta região ventral(barriga e virilhas) diariamente, secando perfeitamente.

Na sequência, após as vacinas completas, quando o filhote começa a se expor na rua e aos banhos em petshops,  temos a necessidade da proteção contra as pulgas. Elas terão contato com o animal, então um passo importante é a escolha de um produto antipulgas eficiente. Isso se torna procedimento dos mais importantes, visto que a mais frequente alergia diagnosticada, tanto em cães como nos gatos, é a alergia à picada de pulgas. Tecnicamente se chama DAPP(E)(dermatite alérgica à picada de pulgas ou ectoparasitas). Esta é fonte de muita coceira e como consequência, feridas por todo o corpo.

Outro aspecto fundamental e indispensável é o tratamento ambiental, ou seja, da residência. É um quesito trabalhoso, um pouco incômodo, mas sem este passo, dificilmente controlamos uma infestação de pulgas. Insisto ainda que mesmo não havendo infestação, é estratégico a aplicação periódica de inseticidas ambientais para impedir a multiplicação do inseto no ambiente. Esses inseticidas são os mesmos que algumas famílias já utilizam para controle de formigas e baratas. Indico diluir, normalmente 1 a 2 ml para cada litro de aguá e aplicar com um pano em todo o piso. Utilize luvas!

Por isso, mãos a obra, passeie bastante com seu animal, utilize os petshops, hotéis e afins e nada de pulgas em casa.

Grande abraço!!

Sandro Ferraracio. crmv-sp 9777
Atendimento domiciliar em ampla região a partir do bairro do Paraíso.
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FILHOTES DE CÃO E GATO: ORIENTAÇÕES E MANEJOS INICIAIS

                 A rotina de atividades para os animais em crescimento tanto para cães como gatos, merece importância fundamental na vida deles. Neste caso, precisamos separar os cães dos gatos, pois o comportamento e aptidão para exercícios entendo ser diferente.

                    Vamos direcionar primeiro aos cães. Estes são ávidos por brincadeiras e passeios na juventude, e conforme for o desenvolvimento e educação para os exercícios, o animal SEMPRE gostará de se exercitar. E sempre vi aplicação direta  aos animais de todas as recomendações que os médicos e treinadores fazem a nós. Ou seja, caso os adaptemos a alguma atividade física, estarão bem; sempre próximos do peso ideal e com suas atividades vitais em dia. Caso contrário, falaremos de animais preguiçosos, sobrepeso, com a pele em mau estado, pois fatalmente a  alimentação não será privilegiada, com ingestão de itens em excesso e de má qualidade.

                         Não é isso que nossos médicos mais falam? Educação e bons hábitos?Nenhum tratamento será bem sucedido, caso negligenciemos na rotina. Os passeios devem ter intensidade e frequência. Não pode ser apenas aquela ida na esquina protocolar e sem interesse. E tanto a intensidade como frequência devem ser progressivas, para que percebam(condutor e animal) que estão adquirindo melhor condicionamento.

                     Portanto, procure assumir essa responsabilidade consigo e com seu animal. A sua preguiça, o seu sobrepeso e sua pele descamando farão parte da vida de vocês dois, caso não dê importância a tudo isso.

                   Tenho noções da melhor forma para conduzir e educar seu animal, mas vou tentar conseguir algum material profissional, para editar aqui no site. Caso algum profissional adestrador se interesse em expor aqui seu material, é só me mandar que eu edito.

                     E os gatos? Você já viu algum fazendo prova de agility? Pois é, nossos amigos felinos são especiais. Mas não creio que o escrito acima para os cães, seja diferente aos gatos. Ou seja, nossos vícios e más condutas determinarão o perfil físico e fisiológico do pet. Para os gatos, sabemos que sua vida reclusa dificulta muito o conceito de atividade física. Então sabemos que obstáculos e brincadeiras são fundamentais na rotina. Vejo que sempre que sugeri a presença de OUTRO gato, melhorou o humor e qualidade de vida do gato que antes era solitário e hipo-ativo. Claro que alguns não toleram a convivência com outros animais, então só resta a nós, ajudarmos com a oferta equilibrada de alimentos específicos, que inibam o acúmulo de peso.

                       Sempre gostei de incentivar meus clientes, a estabelecerem outro perfil de vida a partir de todo este discurso. Provoquei sempre a interação com o animal, buscando a melhoria da qualidade de vida do ser humano. Quando ouvia e ouço: “não tenho tempo de passear com meu animal”, sabia e sei que estou diante de uma situação grave, pois os dois personagens sofrerão consequências sérias.

Alimente-se bem, passeie e leve sempre seu animal junto.

Abraço.

Sandro Ferraracio. crmv-sp 9777.Atendimento domiciliar em ampla região a partir do bairro do Paraíso. Acompanhamento dos cuidados iniciais até geriatria. Vacinas e comportamento animal.